quinta-feira, 29 de setembro de 2011

3ª Festa "Danceteria LIDO"


OUVI DIZER QUE ÍA HAVER UM FESTÃO DOS ANOS 80, E DECIDI PARTILHAR AQUI NO MEU BLOG...


AQUI VAI...

(O LINK DO EVENTO @FACEBOOK, ADIRAM E PARTILHEM)

http://www.facebook.com/event.php?eid=264107260296934

FINALMENTE A GRANDE 3ª FESTA DA *•..๑۩۞۩๑ "DANCETERIA LIDO"๑۩۞۩๑..•* Agora sim!!! Está na hora de clicar no "VOU PARTICIPAR" e pensar que vai votar ao ambiente que vivia na maior Discoteca dos anos 80.
♥ Quem não quer dançar SLOWS, como se fazia nos "bons tempos"?

♥ Quem não quer recordar a música dos anos 80?

♥ Quem não gosta de surpresas? Sim, vamos ter surpresas... Preparem-se :))

O que necessita para participar:

♪ Clicar no "VOU PARTICIPAR"
♪ Vontade de dançar como há muito não faz
♪ Vontade de recordar..recordar é viver
♪ Vontade de conhecer amigos com quem está todos os dias virtualmente
♪ Dress code apropriado para uma saída à noite...pode deixar as lantejoulas e o fato em casa..mas traga os sapatos e as sandálias confortáveis, vão-lhe fazer falta :))

Consumo mínimo:
12€ -Meninos
6€ - Meninas

Não fique no "Talvez" e não diga "Não vou participar", porque se vai arrepender..Confie em nós!

Partilhe o evento com os amigos em "+ Seleccionar Pessoas para Convidar", eles vão querer dançar connosco.

Estaremos à sua espera..Vai ser como sempre..UM SUCESSO

Danceteria LIDO

Privatização da REN deverá ficar concluída só em 2012




Governo quer fazer uma venda directa de parte dos 51% a um parceiro estratégico, colocando o resto em bolsa.


O Governo deu ontem o primeiro passo formal para o arranque das privatizações da REN e da EDP, realçando que existe um plano B para cumprir os objectivos traçados. Qualquer uma das operações será realizada preferencialmente através de uma venda directa, mas o Executivo abriu a porta ao lançamento de uma oferta púbica de venda (OPV) em bolsa.

Este cenário, segundo o Diário Económico apurou, está a ser equacionado para já apenas para a REN, cuja operação de venda será lançada depois da EDP, mais para o final do ano. A solução passa por vender uma parte substancial dos 51% do Estado a um investidor estratégico, garantindo assim o encaixe previsto com a ‘troika', no âmbito do plano de ajuda financeira a Portugal. Concluída esta etapa, o Executivo de Passos Coelho prevê colocar a fatia remanescente da REN durante o próximo ano, logo que o mercado de capitais esteja receptivo.

O alvo desta operação são, além dos trabalhadores, os pequenos investidores. O Governo aproveita, assim, para aumentar o ‘free-float' da gestora das infra-estruturas nacionais de electricidade e gás natural, que muitos dos potenciais interessados da REN, como a espanhola Enagás, sempre consideraram reduzido. A maior ou menor percentagem reservada para esta tranche estará condicionada pelo valor das ofertas que forem colocadas em cima da mesa, já que a saída do Estado da empresa é apontada como irreversível à luz dos compromissos da ‘troika'.

Direcção da Associação Nacional de Farmácias demitiu-se



A Direcção da Associação Nacional de Farmácias demitiu-se após ter considerado como prematura a alteração do regime de formação de medicamentos anunciada pelo Governo e recordou que o Estado poupou 191 milhões de euros em ambulatório desde Julho.

"A direção da ANF, concluindo que foi marginalizada da discussão de uma problemática vital para os doentes e para a sobrevivência das farmácias, numa altura em que estas atravessam uma gravíssima crise económica e financeira, acabou de apresentar a sua demissão", disse o presidente, João Cordeiro, em conferência de imprensa.

O responsável da ANF adiantou que a direcção da associação apresentou, esta quinta-feira, ao final da tarde a sua demissão ao presidente da assembleia-geral desta entidade, considerando que "este é o momento para não pactuar com esta decisão do Governo".

Em causa está o decreto-lei, aprovado em reunião do Conselho de Ministros, que estabelece um novo regime de formação do preço dos medicamentos com o objectivo de conseguir "uma baixa generalizada dos respectivos preços" e "uma redução nos gastos públicos".

João Cordeiro sustentou que "a situação [do sector] é muito delicada e exige muita responsabilidade", justificando esta decisão com a necessidade de "não pactuar com esta decisão do Governo", sobre a qual a ANF não foi ouvida.

Apesar de a direcção da ANF estar demissionária, João Cordeiro referiu aos jornalistas que esta associação tem "estruturas internas fortes" e adiantou que vai convocar uma assembleia-geral de delegados, para 15 de Outubro, e também das farmácias para dia 22 do mesmo mês, para "se encontrar uma solução".

"Não nos demitiremos da responsabilidade pessoal e do sector", disse João Cordeiro.

Por seu turno, em comunicado enviado a propósito da aprovação, esta quinta-feira, em Conselho de Ministros, de um decreto-lei que visa uma baixa generalizada nos preços dos medicamentos e uma redução dos gastos públicos, a Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica (Apifarma) recorda o protocolo assinado no início do ano com o anterior Governo para controlar os gastos do Serviço Nacional de Saúde (SNS) com medicamentos.

"A despesa do SNS em ambulatório caiu 20% desde o início do ano, o que corresponde a uma poupança de 191 milhões de euros até Julho", diz a indústria.

Considerando que "estão a ser cumpridos os objectivos previstos no memorando de entendimento" com a 'troika' (Banco Central Europeu, Comissão Europeia e Fundo Monetário Internacional), a Apifarma diz ser "demasiado prematura a antecipação" da medida, prevista para o quarto trimestre do ano, segundo a última versão do acordo assinado com as instâncias internacionais.

A associação diz ainda que a indústria farmacêutica é "o sector que mais esforço tem feito para acomodar a dívida do SNS aos fornecedores" e recorda que "existe hoje mais de um ano de consumos hospitalares a custo zero para o Estado".

Lembrando que o memorando de entendimento considera prioritária a resolução da dívida aos fornecedores do SNS, cujo prazo de recebimento atingiu os 428 dias em Agosto, a Apifarma diz que "aguarda com expectativa a sua rápida calendarização".

O Governo aprovou esta quinta-feira um decreto-lei que estabelece um novo regime de formação do preço dos medicamentos com o objectivo de conseguir "uma baixa generalizada dos respectivos preços" e "uma redução nos gastos públicos".

Segundo o comunicado do Conselho de Ministros, "procede-se à revisão do actual sistema de referenciação de preços, baseado nos preços internacionais, alterando os países de referência, no espaço da União Europeia, e estabelecendo o preço máximo de venda ao público do primeiro medicamento genérico a introduzir no mercado, com referência ao preço do produto de marca com o mesmo princípio activo".

De acordo com o ministro da Saúde, o regime hoje aprovado altera os países que servem de referência à fixação do preço dos medicamentos em Portugal e diminui a margem de lucro das farmácias e dos distribuidores, permitindo "uma redução de encargos para o Estado de 20 milhões" relativamente aos "33 medicamentos mais vendidos".

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

ABOUT ME...

I'm selfish, impatient and little unsafe. I make mistakes, I am out of control and at times hard to handle. But if you can't handle me at my worst, then you sure as hell don't deserve me at my best.