quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Há Apple depois de Jobs?




A Apple anunciou que Steve Jobs, fundador da prestigiada marca da maçã e criador de produtos como o Macintosh, o iPad ou o iPhone, morreu na quarta-feira aos 56 anos de idade. O ex-CEO da Apple sofria de cancro no pâncreas.

"Estamos profundamente tristes por anunciar que Steve Jobs faleceu hoje", indica um curto comunicado do conselho de administração da Apple.

Também na página de entrada do site da empresa a homenagem a Steve Jobs é curta e clara: "A Apple perdeu um visionário e um génio criativo, e o mundo perdeu um ser humano extraordinário. Todos nós que tivemos a sorte de conhecer e trabalhar com Steve Jobs perdemos um amigo querido e um mentor inspirador. Steve deixou uma empresa que só mesmo ele poderia ter construído, e o seu espírito permanecerá para sempre como o alicerce da Apple."





Génio visionário

Considerado por muitos um "génio visionário" e um dos "grandes inventores norte-americanos" que "mudou o mundo", o seu nome tornou-se indistinto da empresa que criou, a Apple.

O seu nasceu na década de 70, numa garagem de Sillicon Valley, na Califórnia, quando Steven Paul Jobs e Steve Wozniak fundaram a empresa da maçã para desenvolver software informático. Em 1984, a Apple lançou o Macintosh e no ano seguinte, Steve Jobs deixou a Apple e fundou a NeXT, uma empresa de desenvolvimento de plataformas direcionadas aos mercados de educação e administração.

A compra da NeXT pela Apple em 1996 levou Steve Jobs de volta à empresa que ajudou a fundar, tendo sido presidente executivo de 1997 a 2011, ano em que - já a sofrer de cancro - renunciou ao cargo e recomendou Tim Cook (o número dois da empresa) como seu sucessor.

Sob a orientação de Jobs, a Apple lançou o IMac, o primeiro computador com caraterísticas avançadas, principalmente pelo seu design inovador e pelo material utilizado, o plástico translúcido e colorido (os PC's tinham anteriormente o bege como cor padrão.

Com Steve Jobs, a Apple não se ficou só pelo mercado informático, marcando pontos também na área das telecomunicações (iphone), da música digital (MP3) e dos novos meios, com a introdução em 2001 do IPod.

Nova linguagem de animação 3D


Steve Jobs foi também proprietário da Pixar da Lucasfilm, que anos mais tarde ficaria conhecida por criar uma nova linguagem de animação 3D para desenhos animados. Em parceria com a Disney, criou e produziu filmes em 3D como "Toy Story", "À procura de Nemo", Ratatui" e "Carros".

Um cancro no pâncreas e posterior transplante de fígado levou Jobs a abandonar os comandos da Apple este ano.

Filho de estudantes universitários e criado como filho adotado, Jobs casou-se duas vezes e teve quatro filhos.

Uma biografia autorizada de Steve Jobs deverá chegar em novembro às livrarias portuguesas sob a chancela da editora Objectiva. Escrita pelo jornalista norte-americano Walter Isaacson, a obra é o resultado de mais de quarenta entrevistas ao cofundador da Apple.


quinta-feira, 29 de setembro de 2011

3ª Festa "Danceteria LIDO"


OUVI DIZER QUE ÍA HAVER UM FESTÃO DOS ANOS 80, E DECIDI PARTILHAR AQUI NO MEU BLOG...


AQUI VAI...

(O LINK DO EVENTO @FACEBOOK, ADIRAM E PARTILHEM)

http://www.facebook.com/event.php?eid=264107260296934

FINALMENTE A GRANDE 3ª FESTA DA *•..๑۩۞۩๑ "DANCETERIA LIDO"๑۩۞۩๑..•* Agora sim!!! Está na hora de clicar no "VOU PARTICIPAR" e pensar que vai votar ao ambiente que vivia na maior Discoteca dos anos 80.
♥ Quem não quer dançar SLOWS, como se fazia nos "bons tempos"?

♥ Quem não quer recordar a música dos anos 80?

♥ Quem não gosta de surpresas? Sim, vamos ter surpresas... Preparem-se :))

O que necessita para participar:

♪ Clicar no "VOU PARTICIPAR"
♪ Vontade de dançar como há muito não faz
♪ Vontade de recordar..recordar é viver
♪ Vontade de conhecer amigos com quem está todos os dias virtualmente
♪ Dress code apropriado para uma saída à noite...pode deixar as lantejoulas e o fato em casa..mas traga os sapatos e as sandálias confortáveis, vão-lhe fazer falta :))

Consumo mínimo:
12€ -Meninos
6€ - Meninas

Não fique no "Talvez" e não diga "Não vou participar", porque se vai arrepender..Confie em nós!

Partilhe o evento com os amigos em "+ Seleccionar Pessoas para Convidar", eles vão querer dançar connosco.

Estaremos à sua espera..Vai ser como sempre..UM SUCESSO

Danceteria LIDO

Privatização da REN deverá ficar concluída só em 2012




Governo quer fazer uma venda directa de parte dos 51% a um parceiro estratégico, colocando o resto em bolsa.


O Governo deu ontem o primeiro passo formal para o arranque das privatizações da REN e da EDP, realçando que existe um plano B para cumprir os objectivos traçados. Qualquer uma das operações será realizada preferencialmente através de uma venda directa, mas o Executivo abriu a porta ao lançamento de uma oferta púbica de venda (OPV) em bolsa.

Este cenário, segundo o Diário Económico apurou, está a ser equacionado para já apenas para a REN, cuja operação de venda será lançada depois da EDP, mais para o final do ano. A solução passa por vender uma parte substancial dos 51% do Estado a um investidor estratégico, garantindo assim o encaixe previsto com a ‘troika', no âmbito do plano de ajuda financeira a Portugal. Concluída esta etapa, o Executivo de Passos Coelho prevê colocar a fatia remanescente da REN durante o próximo ano, logo que o mercado de capitais esteja receptivo.

O alvo desta operação são, além dos trabalhadores, os pequenos investidores. O Governo aproveita, assim, para aumentar o ‘free-float' da gestora das infra-estruturas nacionais de electricidade e gás natural, que muitos dos potenciais interessados da REN, como a espanhola Enagás, sempre consideraram reduzido. A maior ou menor percentagem reservada para esta tranche estará condicionada pelo valor das ofertas que forem colocadas em cima da mesa, já que a saída do Estado da empresa é apontada como irreversível à luz dos compromissos da ‘troika'.

Direcção da Associação Nacional de Farmácias demitiu-se



A Direcção da Associação Nacional de Farmácias demitiu-se após ter considerado como prematura a alteração do regime de formação de medicamentos anunciada pelo Governo e recordou que o Estado poupou 191 milhões de euros em ambulatório desde Julho.

"A direção da ANF, concluindo que foi marginalizada da discussão de uma problemática vital para os doentes e para a sobrevivência das farmácias, numa altura em que estas atravessam uma gravíssima crise económica e financeira, acabou de apresentar a sua demissão", disse o presidente, João Cordeiro, em conferência de imprensa.

O responsável da ANF adiantou que a direcção da associação apresentou, esta quinta-feira, ao final da tarde a sua demissão ao presidente da assembleia-geral desta entidade, considerando que "este é o momento para não pactuar com esta decisão do Governo".

Em causa está o decreto-lei, aprovado em reunião do Conselho de Ministros, que estabelece um novo regime de formação do preço dos medicamentos com o objectivo de conseguir "uma baixa generalizada dos respectivos preços" e "uma redução nos gastos públicos".

João Cordeiro sustentou que "a situação [do sector] é muito delicada e exige muita responsabilidade", justificando esta decisão com a necessidade de "não pactuar com esta decisão do Governo", sobre a qual a ANF não foi ouvida.

Apesar de a direcção da ANF estar demissionária, João Cordeiro referiu aos jornalistas que esta associação tem "estruturas internas fortes" e adiantou que vai convocar uma assembleia-geral de delegados, para 15 de Outubro, e também das farmácias para dia 22 do mesmo mês, para "se encontrar uma solução".

"Não nos demitiremos da responsabilidade pessoal e do sector", disse João Cordeiro.

Por seu turno, em comunicado enviado a propósito da aprovação, esta quinta-feira, em Conselho de Ministros, de um decreto-lei que visa uma baixa generalizada nos preços dos medicamentos e uma redução dos gastos públicos, a Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica (Apifarma) recorda o protocolo assinado no início do ano com o anterior Governo para controlar os gastos do Serviço Nacional de Saúde (SNS) com medicamentos.

"A despesa do SNS em ambulatório caiu 20% desde o início do ano, o que corresponde a uma poupança de 191 milhões de euros até Julho", diz a indústria.

Considerando que "estão a ser cumpridos os objectivos previstos no memorando de entendimento" com a 'troika' (Banco Central Europeu, Comissão Europeia e Fundo Monetário Internacional), a Apifarma diz ser "demasiado prematura a antecipação" da medida, prevista para o quarto trimestre do ano, segundo a última versão do acordo assinado com as instâncias internacionais.

A associação diz ainda que a indústria farmacêutica é "o sector que mais esforço tem feito para acomodar a dívida do SNS aos fornecedores" e recorda que "existe hoje mais de um ano de consumos hospitalares a custo zero para o Estado".

Lembrando que o memorando de entendimento considera prioritária a resolução da dívida aos fornecedores do SNS, cujo prazo de recebimento atingiu os 428 dias em Agosto, a Apifarma diz que "aguarda com expectativa a sua rápida calendarização".

O Governo aprovou esta quinta-feira um decreto-lei que estabelece um novo regime de formação do preço dos medicamentos com o objectivo de conseguir "uma baixa generalizada dos respectivos preços" e "uma redução nos gastos públicos".

Segundo o comunicado do Conselho de Ministros, "procede-se à revisão do actual sistema de referenciação de preços, baseado nos preços internacionais, alterando os países de referência, no espaço da União Europeia, e estabelecendo o preço máximo de venda ao público do primeiro medicamento genérico a introduzir no mercado, com referência ao preço do produto de marca com o mesmo princípio activo".

De acordo com o ministro da Saúde, o regime hoje aprovado altera os países que servem de referência à fixação do preço dos medicamentos em Portugal e diminui a margem de lucro das farmácias e dos distribuidores, permitindo "uma redução de encargos para o Estado de 20 milhões" relativamente aos "33 medicamentos mais vendidos".

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

ABOUT ME...

I'm selfish, impatient and little unsafe. I make mistakes, I am out of control and at times hard to handle. But if you can't handle me at my worst, then you sure as hell don't deserve me at my best.